quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Google lança aplicativo para encontrar celular roubado ou perdido

O Google lançou hoje (11) um aplicativo que permite localizar aparelhos perdidos ou roubados, chamado "Gerenciador de dispositivos Android". O app mostra a posição do smartphone em um mapa que indica quando ele foi usado da última vez. O funcionamento é similar ao do Find My Phone, oferecido de forma nativa nos iPhones e iPads pela Apple.

Em agosto deste ano, a empresa apresentou o novo recurso e disponibilizou uma plataforma web do serviço.

Antes do Google apresentar a novidade, era necessário usar aplicativos de terceiros, como Prey ou Lockout. O sistema Android é o mais usado em smartphones em todo o mundo, sendo que está presente em cerca de 81% dos aparelhos móveis com acesso à internet.

Device Manager


Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/tecnologia-pessoal/2013/12/google-lanca-aplicativo-para-encontrar-celular-roubado-ou-perdido.shtml





Onze municípios fluminenses estão em alerta máximo por causa da cheia de rios

Vitor Abdala
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro – Onze municípios fluminenses estão em alerta máximo por causa do aumento do nível de rios. Segundo o Instituto Estadual do Ambiente (Inea), que faz o monitoramento dos rios no estado, o alerta máximo é o mais grave em uma escala de quatro níveis, que significa que há previsão de continuidade da chuva e o nível de rios já atingiu 80% da cota de transbordamento.

Entre os municípios em alerta máximo, quatro estão na Baixada Fluminense. O Rio Sarapuí ameaça  as cidades de Nilópolis, Mesquita, Belford Roxo e Duque de Caxias. Os dois últimos municípios também são ameaçados pelo Rio Capivari.

O Inea também decretou estágio de alerta (o segundo mais grave) para os rios Iguaçu (que corta Nova Iguaçu, Duque de Caxias e Belford Roxo), Pavuna (que corta São João de Meriti) e Saracuruna (que corta Duque de Caxias).

Na Região Serrana, a cheia do Rio Quintandinha coloca Petrópolis em alerta máximo. Em Teresópolis, o Inea decretou estágio de alerta para o Rio Paquequer.

No norte fluminense, o alerta máximo vale para os rios Muriaé, que passa pelas cidades de Laje do Muriaé, Itaperuna, Cardoso Moreira e Italva; Carangola, que corta o município Porciúncula; e Itabapoana, que passa por Bom Jesus do Itabapoana.
Edição: Denise Griesinger
 

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Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-12/onze-municipios-fluminenses-estao-em-alerta-maximo-por-causa-da-cheia-de-rios

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Jovens descobrem que a radiação de roteadores impede o crescimento de plantas

A preocupação com a radiação de aparelhos com conectividade sem fio, como celulares, ainda é alvo de pesquisas e controvérsias na comunidade científica. Agora, um estudo simples pode incentivar novas abordagens para o assunto.


Cinco estudantes do nono ano, na Dinamarca, descobriram que plantas não crescem perto de roteadores Wi-Fi. A ideia da pesquisa surgiu quando elas perceberam que, após dormirem com o celular próximo de suas cabeças, não conseguiam se concentrar normalmente nas aulas no dia seguinte.





Como as estudantes não tinham recursos para testar os efeitos da radiação no cérebro, resolveram usar algo bem mais simples: bandejas cheias de agrião de jardim. Seis recipientes foram colocados em uma sala sem radiação e outros seis ficaram em outra sala, próximos a roteadores Wi-Fi que, conforme os cálculos das alunas, emitem o mesmo tipo de radiação de um celular comum.

Ao longo de 12 dias, as estudantes observaram, mediram e fotografaram as plantas. O cultivo teve sucesso apenas na sala sem os roteadores. Na outra, as plantas não cresceram e boa parte delas, inclusive, estava morta.

O experimento precisa ser comprovado e, portanto, replicado por outros estudiosos. Mas a pesquisa das jovens já chamou a atenção dos cientistas. Um professor de neurociência do Instituto Karolinska, na Suécia, decidiu refazer o teste para comprovar – ou não – os resultados.
 
 
Fonte: http://adrenaline.uol.com.br/tecnologia/noticias/16960/jovens-descobrem-que-a-radiacao-de-roteadores-impede-o-crescimento-de-plantas.html

Viagem a Marte pode expor astronautas a perigosas radiações

Os astronautas que forem a Marte poderão ser expostos ao limite de radiação aceitável para um ser humano e talvez até mais, informou a agência espacial americana (Nasa), nesta quinta-feira, que considera esse tema fundamental para preparar uma missão tripulada ao Planeta Vermelho.

Pesquisadores da Nasa analisaram a radiação medida por um instrumento a bordo do Mars Science Laboratory (MSL), que transportou o robô americano Curiosity durante seu voo da Terra até Marte, entre novembro de 2011 e agosto de 2012, informou um relatório divulgado na revista "Science".

"O nível de exposição à radiação que medimos está exatamente no limite, ou talvez além do que seja considerado aceitável pela Nasa e por outras agências espaciais para uma carreira inteira como astronauta", disse Cary Zeitlin, do Southwest Research Institute, um dos autores do estudo.

"Em termos de acúmulo das doses de radiação, uma viagem a Marte equivale a se submeter a um scanner ou Tomografia Axial Computadorizada (TAC) de corpo inteiro a cada cinco, ou seis dias", afirmou, acrescentando que isso não inclui a permanência na superfície do Planeta Vermelho, onde a radiação pode ser significativa de acordo com as proteções disponíveis.

O pesquisador ressaltou, porém, que "esses limites dependem da nossa compreensão dos riscos associados para a saúde humana dessa exposição aos raios cósmicos. E, por enquanto, essa compreensão é muito limitada".

"Compreender a radiação no interior de uma nave espacial que leve tripulações a Marte e a outros destinos distantes é essencial para preparar esse tipo de missão", completou Zeitlin.

Com base nas medições do instrumento a bordo do MSL e sem novos meios mais rápidos de propulsão, os astronautas receberiam a maior parte da radiação durante o voo de regresso a Marte, explicaram os cientistas - o correspondente a 662 milisieverts (mSv).

A Nasa avalia que a exposição de um astronauta à radiação não pode ultrapassar os 1.000 mSv ao longo de sua carreira, pois poderia aumentar de 3% a 25% o risco de morte por câncer.

A probabilidade "normal" de morrer de câncer na população em geral é de 22%, aproximadamente, disse à AFP Stephen Davison, responsável pelo programa de Ciências Biológicas do Espaço da Nasa.

No espaço, os astronautas estão expostos a dois tipos de radiação: os raios cósmicos galácticos e as partículas que emanam do sol.

Os raios cósmicos estão dotados de uma energia muito alta, que não é contida pela proteção, com a qual as naves espaciais atualmente em desenvolvimento estão equipadas. Esse tipo de proteção pode ser, contudo, um escudo eficaz contra as partículas solares, em geral com muito menos energia, destacou Zeitlin.

A intensidade da radiação solar varia com o ciclo de atividade do sol, baixa durante o voo do MSL.

Para Robert Zubrin, um engenheiro nuclear que preside a Mars Society, "os resultados desse estudo mostram que a radiação não é um obstáculo insuperável" para uma missão tripulada a Marte.

"Isso confirma que o risco vinculado à radiação é aceitável", avaliou.

"Francamente, a radiação representa apenas uma pequena parte do risco de uma missão a Marte", disse o cientista.



Fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/espaco/viagem-a-marte-pode-expor-astronautas-a-perigosas-radiacoes,70f4df70a20fe310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html

Banquete da vida, na solenidade de Corpus Christi - Lc 9,11-17

                 Jesus as acolheu e falava-lhes sobre o Reino de Deus; e curava todos os que precisavam. O dia já estava chegando ao fim, quando os Doze se aproximaram de Jesus e disseram: “Despede a multidão, para que possam ir aos povoados e sítios vizinhos procurar hospedagem e comida, pois estamos num lugar deserto”. Mas ele disse: “Vós mesmos, dai-lhes de comer”. Eles responderam: “Só temos cinco pães e dois peixes – a não ser que fôssemos comprar comida para toda essa gente!” Havia mais ou menos cinco mil homens. Jesus então disse aos discípulos: “Mandai o povo sentar-se em grupos de cinquenta”. Os discípulos assim fizeram, e todos se sentaram. Então ele pegou os cinco pães e os dois peixes, ergueu os olhos ao céu, pronunciou sobre eles a bênção, partiu-os e os deu aos discípulos para que os distribuíssem à multidão. Todos comeram e se saciaram. E ainda foram recolhidos doze cestos dos pedaços que sobraram. 







Fonte: http://www.paulinas.org.br/diafeliz/?system=evangelho

domingo, 26 de maio de 2013

Primeiro computador da Apple arrematado por R$ 1,38 mi

AGÊNCIA ANSA
Nova York – Foi leiloado na cidade alemã de Colônia o primeiro computador da Apple, o Apple 1, por um valor de US$ 674.400 (cerca de R$ 1,38 milhão). O computador foi criado por Steve Jobs e Stephen Wozniak em 1976, mas não fez sucesso.
Apenas 200 unidades do Apple 1 foram construídas, o que torna a maquina uma raridade. Na época o preço de cada computador era de US$ 666,66 (cerca de R$1,4 mil). Em um leilão realizado em novembro de 2012, um outro Apple 1 foi vendido por US$ 640.000 (cerca de 1,29 milhão).
Segundo o jornal norte-americano The New York Times, “os altos preços pagos parecem ser explicados por uma série de fatores, tais como a reduzida disponibilidade dos velhos [computadores] Apple, mas também o charme e a mística de Cupertino [cidade onde fica a sede da Apple] e de seus fundadores, Steve Jobs e Stephen Wozniak”.
A identidade do comprador não foi divulgada, mas segundo fontes internas a organização do leilão ele seria um empresário asiático.
 
 
Fonte: http://www.jornaldamidia.com.br/2013/05/26/primeiro-computador-da-apple-arrematado-por-r-138-mi/#.UaKJSthklQ8

Cidade argentina volta a atrair turistas após ficar mais de 25 anos submersa



Epecuén foi evacuada às pressas em 1985, quando águas de laguna inundaram ruas e casas

Uma vila localizada a cerca de 550 km de Buenos Aires, na Argentina, voltou a ser um cobiçado destino turístico após ficar submersa por quase três décadas. Epecuén foi totalmente inundada em 10 de novembro de 1985, quando uma violenta tempestade fez com que as águas de uma laguna homônima rompessem um muro de contenção e invadisse ruas e imóveis. Na época, o povoado contabilizava aproximadamente 1,5 mil habitantes, que fugiram praticamente com a roupa do corpo, pois não houve tempo sequer para fazer as malas.

Eis que, mais de 25 anos depois, o nível das águas baixou e revelou pela primeira vez as ruínas da vila, que desde o desastre estavam situadas a 10 metros de profundidade. Na época da inundação, a vila dispunha de um resort e era frequentada por milhares de banhistas, que se deleitavam na laguna Epecuén, onde a concentração de sal por litro é 10 vezes alta que no oceano, fazendo com que o corpo não afunde, efeito também sentido no Mar Morto.

Agora, o vilarejo volta a figurar entre os destinos turísticos da Argentina, onde os visitantes podem ver carcaças enferrujadas de veículos, casas abandonadas e objetos pessoais deteriorados, deixados durante a fuga dos moradores. A paisagem, que remete ao cenário de um filme sobre o apocalipse, é tão desoladora quanto fascinante, retrato de um desastre que comoveu a Argentina na década de 1980.

Apesar de ter voltado à tona, Epecuén não deverá ser reconstruída. Os turistas interessados em visitar as ruínas têm que procurar hospedagem na cidade vizinha de Carhue, que também fica às margens da laguna e conta com hotéis termais. A cidade atualmente tem cerca de 9 mil habitantes, parte deles ex-moradores do vilarejo inundado, que recomeçaram as vidas na localidade próxima.



Fonte: http://www.em.com.br/app/noticia/internacional/2013/05/21/interna_internacional,391608/cidade-argentina-volta-a-atrair-turistas-apos-ficar-mais-de-25-anos-submersa.shtml

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Cientistas encontram no espaço sinais do que pode ser matéria escura

Substância invisível forma boa parte do universo, segundo teoria.
Raios cósmicos registrados na ISS podem ajudar a confirmar sua estrutura.

 

Cientistas disseram nesta quarta-feira (3) que podem ter identificado sinais de matéria escura no espaço, substância misteriosa que não interage com a luz e que pode formar mais de um quarto do universo, mas cuja constituição não é efetivamente conhecida. O anúncio foi feito em um seminário no Centro Europeu de Pesquisas Nucleares (Cern), localizado em Genebra, na Suíça.

A equipe de pesquisadores ressaltou ter registrado o que parecem ser traços físicos da matéria escura, com um nível de detalhe inédito, ao estudar radiação de pósitrons (o equivalente a um elétron, mas carregado positivamente) identificados na Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) nos últimos 18 meses.

Detector de partículas AMS instalado na Estação Espacial Internacional (Foto: Divulgação/CERN/Nasa) 
Detector de partículas AMS instalado na Estação Espacial Internacional (Foto: Divulgação/CERN/Nasa)

O experimento que pode dar as primeiras evidências da matéria escura foi realizado com a ajuda do Espectrômetro Alfa Magnético (AMS, na sigla em inglês) a bordo da estação espacial. O equipamento, um grande detector de partículas apelidado de "LHC espacial" pelos cientistas do Cern, têm procurado evidências indiretas da substância misteriosa e custou US$ 2 bilhões.

O AMS identificou uma quantidade razoável de pósitrons (partículas semelhantes a elétrons, mas com carga positiva) que podem ter surgido do decaimento da matéria escura, dizem os pesquisadores. Os dados podem nos prover uma descoberta muito empolgante no futuro", disse Michael Salamon, gerente do programa científico da AMS no Departamento de Energia dos EUA, em entrevista coletiva na tarde desta quarta, em Wahsington.

"Nos próximos meses, o AMS vai poder nos dizer de forma conclusiva se estes pósitrons são um sinal da matéria escura ou se têm outra origem", afirmou Samuel Ting, diretor do projeto que construiu o detector de partículas, durante o seminário.

Por não interagir com a luz, a matéria escura é invisível. Sua existência se supõe pela força gravitacional que aparentemente exerce em planetas e estrelas.

Espectrômetro Alfa Magnético (AMS, na sigla em inglês) antes de ser enviado ao espaço (Foto: Divulgação/Michele Famiglietti/CERN/Nasa) 
Espectrômetro Alfa Magnético (AMS, na sigla em inglês) antes de ser enviado ao espaço (Foto: Divulgação/Michele Famiglietti/CERN/Nasa)

Para Roberto Batiston, professor de física da Universidade de Perugia e porta-voz do projeto AMS, uma descrição precisa da substância misteriosa precisa de mais tempo para ser feita. "Pode levar alguns anos", disse ele, em entrevista à britânica BBC.

Para a física Pauline Gagnon, que trabalha num experimento do Cern para a detecção de "matéria escura", a precisão do AMS pode fazer com que "seja possível fazer uma primeira identificação da substância em breve", disse ela à Reuters. "Seria incrível, algo como descobrir um continente completamente novo", afirmou.

A descoberta de elementos que venham a formar a "matéria escura" pode abrir novas áreas de pesquisa, incluindo a hipótese de estudar novas dimensões e outros universos, afirmaram físicos entrevistados pela agência Reuters.



Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2013/04/cientistas-encontram-sinais-do-que-pode-ser-materia-escura.html

Dia da Microsoft: conheça a história da empresa criada por Bill Gates

Todo conteúdo é responsabilidade da fonte:
http://www.techtudo.com.br/artigos/noticia/2013/04/dia-da-microsoft-conheca-historia-da-empresa-criada-por-bill-gates.html

Para ver basta clicar no link acima.

Casos de dengue podem chegar a 600 mil no Brasil

O número de casos de dengue no Brasil pode se aproximar 600 mil este ano. A estimativa é do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que participou nesta quarta-feira (3) de audiência pública conjunta das comissões de Seguridade Social e Família, Defesa do Consumidor e de Fiscalização Financeira e Controle. O patamar é próximo do de 2010, o pior ano da epidemia no país, quando foram confirmados 580 mil casos. Naquele ano, porém, circulavam pelo País apenas dois tipos de vírus. Hoje, já são quatro. De acordo com Padilha, de 2010 para cá houve redução de 84% do número de casos graves de dengue confirmados, mas o número de óbitos pela doença pode aumentar em 2013 em relação ao ano passado. A concentração maior, atualmente, está nos estados de Minas Gerais, São Paulo e Goiás.

“A maior parte da circulação é do dengue tipo 4, que é um vírus novo, que vem circulando desde 2011 no País, e uma circulação também de dengue tipo 1, ou seja, pegando pessoas que não tiveram dengue tipo 1 ao longo da história da epidemia de dengue no nosso país, que começou em 1985”, disse Padilha. O ministro atribuiu o aumento do número de casos ao processo de eleição e de transição municipal, que teria interrompido ou atrasado as ações de combate à dengue, além da circulação do novo tipo de vírus, o tipo 4. Outro motivo seria a forte concentração da doença em dois estados da região Sudeste, São Paulo e Minas Gerais, onde há grande densidade populacional.

Falta de médicos

Padilha disse que o desafio mais crítico da saúde pública brasileira é a falta de médicos. De acordo com ele, a média no país é de 1,8 médicos por mil habitantes. Na Inglaterra, que tem o segundo maior sistema público de saúde após o Brasil, são 2,7 por mil habitantes. Padilha defendeu a contratação de médicos do exterior, caminho, de acordo com ele, seguido por vários países. A posição do ministro foi questionada por alguns deputados, como Ronaldo Caiado (DEM-GO), preocupado com a qualidade da formação desses profissionais. Mas Alexandre Padilha se disse favorável ao Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituições de Educação Superior Estrangeiras (Revalida), prova aplicada pelo governo para autorizar os médicos formados no exterior a atuarem no país. O Revalida é uma iniciativa dos ministérios da Saúde e Educação.

“Eu sou favorável ao Revalida. Acho que precisa ser aprimorado, como o Ministério da Educação vem fazendo. Sou contra a validação automática. Podemos ter mecanismos como outros países têm para garantir mais médicos, com mais qualidade e mais perto da população brasileira”, afirmou. O ministro negou que o governo estude um aumento da desoneração de Imposto de Renda para os usuários de planos de saúde ou a criação de planos de saúde com menor cobertura do que o mínimo exigido, o que chamou de plano de saúde pobre para pobre. Mas defendeu a necessidade de debater a sustentabilidade da expansão do setor de saúde suplementar no País.

Casos de dengue podem chegar a 600 mil no Brasil



 Fonte: http://www.pbagora.com.br/conteudo.php?id=20130404170657&cat=saude&keys=casos-dengue-podem-chegar-mil-brasil